"Já não te chamei Mestre interior nem Senhor-de-todas-as-coisas. Chamei-te simplesmente pelo Teu nome próprio aqui na Terra: Jesus. E quando digo este nome não penso num ser do outro mundo, a pairar sobre as cidades deste mundo, mas no Filho de Deus feito homem, que na terra viveu, pregou, fez amigos e inimigos, rezou, se entregou e escolheu apóstolos que O acompanhavam como companheiros Seus."
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"Maior grandeza é não se impor. Amar somente, escondido no brilho dos astros, na escuridão da noite, no soprar da brisa. Chamar sem forçar. Falar ao coração daquele que olha o universo, como quem sussurra, e esperar que me deseje."
in O Príncipe e a Lavadeira, de Nuno Tovar de Lemos
É assim que cá por casa é Advento até ao Natal!
2 cores amigas:
Esse livro dá resposta a muitas questões com uma simplicidade e leveza que surpreende.
E é bem difícil por vezes aceitar q alguém nos pode olhar assim qdo fomos educados por seres humanos, primando o critério em que só se é aceite se se tiver a atitude tida como correcta.
Olho e compreendo a negação à vivência espiritual porque o normal é imaginar alguém que nos vem pedir satisfações visto que é essa a única lógica que conhecemos e que acabamos por praticar tb, mesmo que um dia até nos tenham dito que existe um Deus e que percebamos q Jesus Cristo foi alguém que marcou a diferença.
Acho q é como se tivessemos um filtro em que tudo aquilo que é intolerável para os nossos olhos e para os nossos sentimentos cai em si mesmo e não faz eco porque a mente filtra tudo.
Mas sim, é bom constatar que afinal possa haver quem nos olhe assim:)
Acho q percebeste...
Às vezes gosto de vir ao teu cantinho já que os teus posts se lêm em 1 min e trazem uma mensagem positiva.
Um beijinho e já agora um Natal aperdinho, tá?
Graciete
apertadinho, enganei- me
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